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#154 Por que a IA não vai fazer a humanidade trabalhar menos
Descubra a habilidade que mais vai gerar dinheiro até 2030.
Você sabia que, nos próximos 5 anos, o World Economic Forum estima que 92 milhões de empregos vão ser extintos?
É uma quantidade absurda. Quase metade da população do Brasil, evaporando do mercado de trabalho... Agora, você sabia também que a estimativa é de nada mais, nada menos, que 170 milhões de novos empregos sendo criados no mesmo período?
Ou seja: mesmo com toda a revolução da IA, o previsto é que nasçam quase o dobro dos empregos que morrem.
Estava ouvindo um podcast do Aaron Levie, fundador da Box (uma espécie de Dropbox pra empresa grande, faturando uns $4 bilhões por ano), e ele trouxe uma reflexão que eu compartilho profundamente:
Essa ideia de que o mercado de trabalho vai reduzir pressupõe que nós, seres humanos, vamos querer trabalhar menos, viver mais tranquilos. Até agora eu vi pouquíssima evidência que corrobora essa noção. Acredito que, como sempre foi, vamos querer entender mais, ir mais fundo, descobrir coisas novas. A nova cura, a nova inovação, o novo foguete.
Eu concordo com ele. O mercado de trabalho vai sumir? Não. Ele só vai mudar de roupa. O operacional vai ser drasticamente automatizado, vários empregos vão morrer e, com isso, vários outros vão nascer.
E pra mim não importa o nicho, a profissão, a área... a IA vai permear tudo. Ela já é realidade.
A pergunta certa
Sendo assim, a pergunta certa deixa de ser "será que a IA vai tomar meu emprego, competir com minha empresa, me substituir?".
Ela passa a ser: o que eu preciso fazer pra ter a capacidade de adaptar e evoluir junto com ela?
Porque, em qualquer fase da história do ser humano, nunca foi sobre ser o mais inteligente. Nunca foi sobre ser o mais forte. Nunca foi sobre ser o mais rápido... Foi sempre sobre ser o mais adaptável.
Se ignorarmos a IA, ou tentarmos brigar de frente com ela, vamos perder feio. Agora, se evoluirmos junto com ela, seremos sempre valiosos.
Nas últimas duas semanas pesquisei MUITO o mercado — excessivamente, eu diria — e uma coisa ficou clara: esse caminho de adaptação gira em torno de uma habilidade só.
A habilidade que separa quem fica de quem sai.
Construir sistemas
Não é mais sobre conhecimento técnico. Não é mais sobre ser um ótimo desenvolvedor. É sobre saber pensar em sistemas que resolvem problemas.
O que não quer dizer, de jeito nenhum, que o vibecoder raiz resolve — pelo contrário. Pra criar bons sistemas é preciso aprender a pensar em sistemas, e isso o vibecoding sozinho não entrega.
Teste sua adaptabilidade
Refletindo sem parar sobre essa ideia, resolvi criar um quiz rápido e direto ao ponto pra te ajudar a entender o quão preparado você está pra essa adaptação.
Em menos de 4 minutos você responde algumas perguntas, e sai um diagnóstico construído em cima de uma biblioteca gigante de pesquisa científica: onde você está, o que precisa melhorar, o que você já faz bem e ações práticas pra evoluir mais rápido.
100% gratuito. Sem pegadinha. É só clicar no botão abaixo e brincar: suas habilidades atuais te deixam vulnerável ou intocável no mercado? Descubra agora.
Depois de responder, me conta o que achou e se foi útil — queremos deixar esse diagnóstico cada vez mais personalizado e afiado.
E pra fechar, uma provocação: você concorda com essa visão? Ou acha que, sim, o ser humano vai querer sentar e aproveitar?
Até a próxima,
Lucca Moreira,
Co-Founder Insight Espresso

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